quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ergue-se a esperança em Fraião




Apresentado o candidato - Alberto Barroso Afonso - para colocar Fraião na Frente, começa a erguer-se a esperança de um novo futuro para esta freguesia.

Nós não queremos que mensagens e imagens negativas continuem a retratar a vida de Fraião.
Deixamos aqui algumas dessas imagens, na esperança de que é a última vez que elas sejam o presente ou futuro desta freguesia onde nascemos ou nos acolheu.

As imagens valem mais que mil palavras. Então, estas valem mais que muitas mil palavras.

Os fraionenses não podem continuar de braços cruzados sem nada dizer, ou fazer.


Nunca criticaremos pessoas nem as colocaremos nas masmorras da maledicência.

Somos substantivos - lamentamos que estas factos possam acontecer em Fraião.

Recusamos os adjectivos para classificar comportamentos. Os adjectivos são sempre subjectivos.

Porque não queremos mais estes factos e queremos apagar estas imagens, aderimos ao convite de Alberto Barroso Afonso para constituir uma equipa para colocar Fraião na Frente, pela positiva, em diálogo com os fraionenses, sem interesses, sem cargos, sem mordomias, em parceria com as forças vivas.

Agora, vejam com os vossos olhos.

Uma equipa para colocar Fraião na frente



Residente há 10 anos em Fraião, Alberto Barroso Afonso é a nova aposta do PS para a Junta de Freguesia, depois de alguns anos de experiência adquirida na Assembleia onde se apercebeu de “de ano para ano nada mudava” apesar do seu empenho pessoal em resolver os problemas das pessoas em questões como as águas e a electricidade.

É esta parceria com as pessoas que norteia a sua candidatura como esteve presente quando ajudou a resolver o antigo problema de energia na Travessa dr. Manuel Faria, nas ruas Amália Rodrigues, do Passal e da Quinta com nova ligação à subestação de Lamaçães.



Para a equipa de Alberto Afonso, “nenhum de nós se pode demitir da pequenina contribuição para construir uma freguesia diferente, com mais atenção aos problemas das pessoas e melhor resposta aos seus anseios e sonhos. Fraião precisa de pensamentos, ideias, práticas e comportamentos positivos.”

Este técnico exploração da EDP compromete-se com os eleitores de Fraião a colocar as necessidades das pessoas em primeiro lugar, tentando satisfazê-las em parceria com a Câmara Municipal, AGERE, Braval e as forças vivas da freguesia, como é prioritário na zona da Boavista.

Afirmar Fraião no contexto das freguesias” constitui outra prioridade dos socialistas para evitar o nascimento de mais um dormitório, dinamizando as associações, as actividades culturais, recreativas e de enriquecimento das pessoas em termos pessoais e profissionais.

Com estas actividades, diz Alberto Afonso, “queremos aumentar a auto-estima dos fraionenses” para que os bracarenses olhem para Fraião com olhos de simpatia e esta terra “seja notícia pela positiva porque é inútil e desperdício de tempo passar o tempo a criticar sem tentar fazer nada de positivo pela terra onde nascemos e nos acolheu”.

Com uma equipa jovem e tecnicamente diversificada, Alerto Afonso aposta em maior “comunicação com os residentes em Fraião, não deixando os seus problemas sem resposta”: apenas com dialogo é possível “reanimar associações culturais, recreativas e desportivas que foram anestesiadas e se calaram ao longo dos últimos anos” — insiste o candidato.


No primeiro esforço de dar voz às pessoas, os socialistas criaram duas pontes de diálogo — uma caixa de correio electrónico fraiaonafrente@gmail.com e um blogue http://www.mais-e-melhor-fraiao.blogspot.com/ — para que os fraionenses possam dialogar com os candidatos e apresentar sugestões.

Alberto Afonso desafia mais uma vez os que nasceram ou residem em Fraião a participarem neste desafio porque “esta terra precisa de todos” deixarem a lamúria, "paralisados pela maledicência que justifica o vazio em que Fraião se deixou anestesiar”.

Equipa de Alberto Afonso está a ouvir as pessoas para poder apresentar, dentro de dias, um programa realista que responda aos maiores anseios dos fraionenses.


sábado, 26 de setembro de 2009

Viva Fraião e quem nela vive


Este é o brasão de S. Tiago de Fraião.
O padroeiro está representado pela vieira (concha) e a água é o timbre da sua riqueza.



sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Quem não sabe agir, reage, mas é pouco!




Já valeu a pena.
O nosso alerta de há 15 dias não caiu na "fonte seca" do saco roto.

Os placards que a Junta de Freguesia mantinha a zero em vários locais da freguesia já são mais interessantes.

Chama-se a isto andar a reboque.

A reboque andam aqueles que não têm iniciativa própria. Limitam-se a reagir porque não sabem agir.

Fraião na frente... só com acção.

Com reacção temos Fraião para trás.

E com esta, nos vamos para fim-de-semana de reflexão.

Não o vamos perturbar hoje e amanhã, para não dizer que foi por estar a ver este blogue que se esqueceu de ir votar.

Portugal precisa de si.
Participe neste desafio.
Vote.
Use a sua arma da cidadania.

Não permita que decidam por si.







quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Muito obrigado: Fraião é fixe, é demais!


Olá.

Estamos encantados com a sua participação nas iniciativas deste blogue "mais-e-melhor-fraiao".

Em primeiro lugar, pelo número crescente de seguidores do blogue que tem conseguido manter uma atitude positiva com Fraião, o seu passado e o seu presente.

É com esta alma serena e feliz que nos abalançamos a constituir uma lista renovada e inovadora para a Assembleia de Freguesia de Fraião.

Em segundo lugar pela participação registada no nosso inquérito sobre as principais necessidades das pessoas que nasceram e residem em Fraião.

As suas sugestões coincidem com o levantamento das carências que fizemos ao longo das últimas semanas e meses. Isso quer dizer-nos que estamos no bom caminho e em sintonia com os fraionenses.

E como se vê, Fraião precisa de si.

Fraião precisa de cada um de nós.

Fraião é Fixe

Vamos colocar Frente, vamos fazer com que esta freguesia se destaque das outras pela positiva.

Anda daí connosco. Dá-nos a tua mão. Vamos fazer de Fraião uma terra feliz para os idosos, para os que trabalham, para os que estudam, para os jovens e para as crianças.

Basta esta ideia para mudar Fraião.

Agora, vamos arregaçar as mangas,
vamos ser felizes e fazer de Fraião
a freguesia onde se é feliz por aqui viver.

À volta desta ideia, constituímos uma equipa: todos os fraionenses apostados na alegria da vida.







terça-feira, 22 de setembro de 2009

Conhecer melhor Fraião (6)... curiosidades


D. Fraião (1170 -?) foi um fidalgo italiano que veio para o Reino de Portugal com o Conde D. Mendo, nobre de origem nórdica, escandinava, e irmão do Duque da Toscânia, Desidério (710 - c. 786), último rei dos Lombardos, a quando da Reconquista Cristã da Península Ibérica, aqui ao lado de D. Afonso I de Portugal participou em várias batalhas contra os Mouros.


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A Quinta da Senra de Baixo, (atrás do Media Market) já foi um grande celeiro de Fraião em décadas passadas e agora praticamente reduzida à casa agrícola da quinta mas onde existe algum património que não deve deixar-se degradar.

Junto á casa de lavoura encontra-se um dos marcos delimitadores da freguesia com a inscrição ‘SIP’ e um lindo conjunto de granito com bancos, fonte e tanque construído em Setembro de 1858.



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O Campo Escola do Corpo nacional de Escutas, oferecido por Calouste Gulbenkian, foi fundado em 1 de Julho de 1963 e por ele já passaram milhares de jovens nas suas acções de formação do escutismo.


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A primeira vez que surge «In parrochia Sancti Sacobi de Froyam» (Paróquia ou freguesia de Santiago de Fraião) é em Fevereiro de 1217, quando o Cabido de Braga empraza a João Boião diversos bens em Santiago de Fraião (Liber Fidei, doc. 880, A.D.B.), embora em 1220, 1260 e 1290 continue a apelidar-se tanto Santiago de Fraião como Santiago de Lamaçães.

A distinção era apenas pelo Orago – Santiago e Santa Maria. É esta a biografia comum de duas freguesias com a mesma toponímia Lamaçães «testemunha dos tempos, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida» (Cícero, do Orador – II).

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Conhecer melhor Fraião (5)... no regresso dos Espiritanos


Um dos maiores edifícios da Freguesia de Fraião, com muita história, relacionada com a cooperação missionária entre Portugal e África, é o Seminário do Espírito Santo, cuja quinta está a ser ocupada agora por uma das maiores urbanizações de Braga.

Fomos ao site da Congregação dos Espiritanos em Portugal, para conhecermos um pouco da história deste edifício que pontifica sobre a paisagem fraionense e descobrimos a importância cimeira desta casa em Fraião como ponto de partida para a restauração da actividade dos Espiritanos em Portugal, após a expulsão com o advento da República..

Em 1910, com a proclamação da República, dá-se a supressão e expropriação dos bens de todas as Congregações religiosas. Todas as nossas casas foram espoliadas, excepto a da Procuradoria das Missões, em Lisboa. Muitos procuram refúgio em Zamora, onde se abre uma escola apostólica.

Em 1919, o P. Moisés Alves de Pinho é nomeado Provincial de Portugal e encarregado de restaurar a Província Portuguesa e esta magnífica obra de restauração tem Fraião (Braga) como ponto de partida. A 2 de Fevereiro de 1921, é erecta canonicamente a Província de Portugal.

Foi em 1927 que os restauradores da Província compraram aos filhos do Visconde de Fraião, a quinta e o velho solar, ao fundo onde se instalou um pequeno grupo de Irmãos, vindos da comunidade na Rua Bento Miguel, para se lançarem na construção do Seminário de Fraião: o Pavilhão Norte primeiro e, logo a seguir, o das oficinas e o central.

No início do ano escolar de 1929 tudo estava pronto para acolher os seminaristas provenientes do Colégio de S. Tomás, em Braga, e do recém-construido seminário de Godim, na Régua.

Nasce assim o Seminário de Fraião que, em 1935, é acrescentado de mais um Pavilhão: o Sul. Foram milhares os jovens que por aqui passaram e dos quais algumas centenas foram ordenados sacerdotes e outros fizeram Profissão Religiosa como Irmãos.

A Escola Profissional e Agrícola funcionou também neste Seminário para preparar Irmãos missionários nas artes e ofícios essenciais à Missão.

O velho solar, devidamente ampliado, foi sede de noviciado desde 1934, primeiro para Padres durante sete anos e, a partir de 1950, para Irmãos.

Nas décadas de 1970-1980 serviu de casa de formação para os jovens professos do I ciclo filosófico.

Era conhecida por casa da Filosofia, no Espadanido, (na foto).

Antes de albergar o actual Lar da Associação de Solidariedade S. Tiago de Fraião, serviu ainda como comunidade de animação missionária da zona de Braga.

O Seminário de Fraião, no espírito de inserção e serviço à Igreja local que sempre o caracterizou, compreende actualmente, uma comunidade de acolhimento a missionários mais idosos cuja vida dedicaram, de alma e coração, à Missão da Igreja e uma comunidade de animação missionária e vocacional para acolhimento e formação a grupos e jovens numa perspectiva vocacional para o serviço da Igreja e sua Missão.

Espiritanos em Portugal

A primeira comunidade da Congregação em Portugal é inaugurada, em Santarém, a 3 de Novembro de 1867.

É formada por dois Padres e dois estudantes franceses. Com esta casa pretendia-se a formação de missionários para Angola. Por vários motivos, abandona-se o seminário de Santarém e assume-se uma nova obra em Gibraltar.

Em 1872, por não corresponder aos seus objectivos, abandona-se o Colégio de Gibraltar e funda-se uma nova comunidade em Braga. Aos poucos a Província vai-se desenvolvendo e novas comunidades surgem: Sintra, Lisboa, Ponta Delgada. Só em 1901 é que a Congregação é oficialmente aprovada em Portugal, com sede em Lisboa.

Será uma fase de progressiva expansão e de surgimento de novas vocações e comunidades: Viana do Castelo, Régua, Porto, Silva (Barcelos), Coimbra, Torre d'Aguilha (S. Domingos de Rana)...

Fruto do desenvolvimento da Província Portuguesa e do trabalho de vários Padres e Irmãos de Portugal surgirá, em 1969, a Província de Espanha.

Alguns anos mais tarde, 1982, é fundado no Brasil o distrito de Brasil Sudeste, formado por confrades de origem portuguesa.

A Congregação Missionária ( Os Espiritanos ) resultado da união de duas congregações. A primeira foi fundada pelo Pe. Cláudio Poullart no Domingo de Pentecostes de 1703, em Paris e a segunda pelo Pe. Francisco Libermann no ano de 1841.

No ano de 1848, houve a fusão, formando a Congregação do Espírito Santo e do Imaculado Coração de Maria.